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O humor convoca alegria e cumplicidade, suspende por instantes a realidade e convida-nos a vê-la com outros olhos. Simultaneamente, com a sua capacidade de observar o quotidiano, exagerar comportamentos e expor falhas humanas e sociais, o humor consegue derrubar barreiras, afirmando-se como uma poderosa ferramenta de comunicação e denúncia. No cinema realizado por mulheres, essa força ganha uma dimensão particular, revelando-se muitas vezes como um gesto de contestação.
Este ciclo propõe explorar obras fílmicas de mulheres que recorreram ao humor para desafiar expectativas, transformando adversidades em impulso criativo e escolhendo rir — e fazer rir — como forma de expressão.
Desde os primórdios do cinema que realizadoras encontram na comédia um espaço de experimentação e liberdade, mesmo num meio historicamente dominado por homens. Esse percurso encontra hoje um momento de renovado fulgor, com obras de cineastas e artistas a conquistarem maior visibilidade no cinema, nas artes visuais e na cultura popular. É nesse cruzamento entre passado e presente que este ciclo se inscreve, com filmes de autoras como Mabel Normand, Lina Wertmüller, Sarah Maldoror, Chantal Akerman, Věra Chytilová ou Martine Syms.
Rir para não Chorar organiza-se em torno de temas que têm atravessado esta tradição fílmica: corpo, amizade, amor, desejo e subversão das normas sociais e dos estereótipos. Cruzando estéticas e géneros, da sátira ao absurdo, da performance à comédia social, estas cineastas e atrizes mostram que o humor pode ser um gesto feminista de emancipação, uma liberdade para fazer e desfazer a realidade, imaginar outros futuros — ao mesmo tempo que nos divertem com os seus filmes.
Curadoria de Martha Kirszenbaum, Lídia Queirós e Joana de Sousa
O humor convoca alegria e cumplicidade, suspende por instantes a realidade e convida-nos a vê-la com outros olhos. Simultaneamente, com a sua capacidade de observar o quotidiano, exagerar comportamentos e expor falhas humanas e sociais, o humor consegue derrubar barreiras, afirmando-se como uma poderosa ferramenta de comunicação e denúncia. No cinema realizado por mulheres, essa força ganha uma dimensão particular, revelando-se muitas vezes como um gesto de contestação.
Este ciclo propõe explorar obras fílmicas de mulheres que recorreram ao humor para desafiar expectativas, transformando adversidades em impulso criativo e escolhendo rir — e fazer rir — como forma de expressão.
Desde os primórdios do cinema que realizadoras encontram na comédia um espaço de experimentação e liberdade, mesmo num meio historicamente dominado por homens. Esse percurso encontra hoje um momento de renovado fulgor, com obras de cineastas e artistas a conquistarem maior visibilidade no cinema, nas artes visuais e na cultura popular. É nesse cruzamento entre passado e presente que este ciclo se inscreve, com filmes de autoras como Mabel Normand, Lina Wertmüller, Sarah Maldoror, Chantal Akerman, Věra Chytilová ou Martine Syms.
Rir para não Chorar organiza-se em torno de temas que têm atravessado esta tradição fílmica: corpo, amizade, amor, desejo e subversão das normas sociais e dos estereótipos. Cruzando estéticas e géneros, da sátira ao absurdo, da performance à comédia social, estas cineastas e atrizes mostram que o humor pode ser um gesto feminista de emancipação, uma liberdade para fazer e desfazer a realidade, imaginar outros futuros — ao mesmo tempo que nos divertem com os seus filmes.
Curadoria de Martha Kirszenbaum, Lídia Queirós e Joana de Sousa
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