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Jane Campion, sem cedências
Jane Campion, sem cedências

Nascida na Nova Zelândia no seio de uma família de artistas de teatro, Jane Campion é uma das cineastas mais distintas da atualidade. Apesar de pouco extensa, a sua filmografia — marcada por protagonistas femininas fortes e assertivas e uma diversidade formal impressionante — tem somado, ao longo de décadas, aplausos da crítica.

Ainda na Nova Zelândia, Campion licenciou-se em Antropologia, onde se interessou pelas artes. Após ter estudado Pintura em Londres e em Sydney, ingressou na Australian Film, Television and Radio School. Enquanto estudante de Cinema, realizou dezenas de curtas, algumas apresentadas no Festival de Cannes como An Exercise in Discipline: Peel (1982), Passionless Moments (1983) e A Girl’s Own Story (1984).

A sua estreia no formato da longa-metragem deu-se com Sweetie (1989), mas foi com The Piano (1993) que saltou para a ribalta. Este drama arrebatador valeu-lhe o título de primeira mulher a arrecadar a Palma de Ouro em Cannes e a segunda a ser nomeada para o Prémio de Melhor Realização nos Óscares — categoria que viria a vencer em 2021 com The Power of the Dog.

Entre abril e junho, apresentamos no Batalha uma retrospetiva integral das nove longas-metragens de Jane Campion e a quase totalidade das suas curtas — um conjunto de obras que ilustram o percurso pioneiro da cineasta e a sua contínua exploração da psique humana; um percurso notável, duradouro e sem cedências.

04
Abr
01
Jun
Batalha Centro de Cinema

Nascida na Nova Zelândia no seio de uma família de artistas de teatro, Jane Campion é uma das cineastas mais distintas da atualidade. Apesar de pouco extensa, a sua filmografia — marcada por protagonistas femininas fortes e assertivas e uma diversidade formal impressionante — tem somado, ao longo de décadas, aplausos da crítica.

Ainda na Nova Zelândia, Campion licenciou-se em Antropologia, onde se interessou pelas artes. Após ter estudado Pintura em Londres e em Sydney, ingressou na Australian Film, Television and Radio School. Enquanto estudante de Cinema, realizou dezenas de curtas, algumas apresentadas no Festival de Cannes como An Exercise in Discipline: Peel (1982), Passionless Moments (1983) e A Girl’s Own Story (1984).

A sua estreia no formato da longa-metragem deu-se com Sweetie (1989), mas foi com The Piano (1993) que saltou para a ribalta. Este drama arrebatador valeu-lhe o título de primeira mulher a arrecadar a Palma de Ouro em Cannes e a segunda a ser nomeada para o Prémio de Melhor Realização nos Óscares — categoria que viria a vencer em 2021 com The Power of the Dog.

Entre abril e junho, apresentamos no Batalha uma retrospetiva integral das nove longas-metragens de Jane Campion e a quase totalidade das suas curtas — um conjunto de obras que ilustram o percurso pioneiro da cineasta e a sua contínua exploração da psique humana; um percurso notável, duradouro e sem cedências.

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