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A obsessão segundo Paul Thomas Anderson
A obsessão segundo Paul Thomas Anderson
A obsessão segundo Paul Thomas Anderson

Quase três décadas de carreira consolidaram Paul Thomas Anderson como uma das vozes mais fascinantes do cinema norte-americano. A sua filmografia, concisa mas continuamente cativante, combina audácia formal e uma profunda empatia pela imperfeição humana. Sem heróis ou vilões claros, as suas narrativas giram em torno de personagens complexas, frequentemente obsessivas, dominadas pela ambição, o desejo ou a solidão.
O seu percurso ímpar, reconhecido internacionalmente — com distinções como o Urso de Ouro em Berlim (Magnolia), o Prémio de Melhor Realizador em Cannes (Punch-Drunk Love) e 14 nomeações ao Óscar — iniciou-se aos 24 anos, com a estreia discreta, mas impactante, de Hard Eight. Influenciado pelo cinema de Robert Altman e Martin Scorsese, Anderson rapidamente desenvolveu uma voz própria, assinando uma filmografia que, tal como a sua câmara célebre pela fluidez, atravessa variados géneros e contextos históricos. A sua carreira foi ainda marcada por um núcleo de colaborações recorrentes, entre as quais se destacam Philip Seymour Hoffman, John C. Reilly, Philip Baker Hall, Julianne Moore, Joaquin Phoenix e Daniel Day-Lewis.
Poucos meses após a estreia do seu mais recente filme, One Battle After Another, vencedor de 6 Óscares (entre os quais Melhor Filme, Melhor Realização e Melhor Argumento Adaptado), apresentamos uma retrospetiva integral das suas longas-metragens, algumas delas projetadas em 35mm. Uma viagem pelos universos cinematográficos de Anderson, que sempre oscilam entre obsessão e redenção.


NOTA: Na versão impressa de abril da Agenda Porto, as datas deste ciclo estão desatualizadas. Pedimos, por isso, as nossas desculpas.

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A obsessão segundo Paul Thomas Anderson

Quase três décadas de carreira consolidaram Paul Thomas Anderson como uma das vozes mais fascinantes do cinema norte-americano. A sua filmografia, concisa mas continuamente cativante, combina audácia formal e uma profunda empatia pela imperfeição humana. Sem heróis ou vilões claros, as suas narrativas giram em torno de personagens complexas, frequentemente obsessivas, dominadas pela ambição, o desejo ou a solidão.
O seu percurso ímpar, reconhecido internacionalmente — com distinções como o Urso de Ouro em Berlim (Magnolia), o Prémio de Melhor Realizador em Cannes (Punch-Drunk Love) e 14 nomeações ao Óscar — iniciou-se aos 24 anos, com a estreia discreta, mas impactante, de Hard Eight. Influenciado pelo cinema de Robert Altman e Martin Scorsese, Anderson rapidamente desenvolveu uma voz própria, assinando uma filmografia que, tal como a sua câmara célebre pela fluidez, atravessa variados géneros e contextos históricos. A sua carreira foi ainda marcada por um núcleo de colaborações recorrentes, entre as quais se destacam Philip Seymour Hoffman, John C. Reilly, Philip Baker Hall, Julianne Moore, Joaquin Phoenix e Daniel Day-Lewis.
Poucos meses após a estreia do seu mais recente filme, One Battle After Another, vencedor de 6 Óscares (entre os quais Melhor Filme, Melhor Realização e Melhor Argumento Adaptado), apresentamos uma retrospetiva integral das suas longas-metragens, algumas delas projetadas em 35mm. Uma viagem pelos universos cinematográficos de Anderson, que sempre oscilam entre obsessão e redenção.


NOTA: Na versão impressa de abril da Agenda Porto, as datas deste ciclo estão desatualizadas. Pedimos, por isso, as nossas desculpas.

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